A Brand Persona é uma estratégia baseada na criação de personagens com os valores da sua empresa dentro desta estratégia estão o uso de mascotes…
“Antes de começar, é bom dizer que o mascote/brand persona da Pineal é o Jorge.
Camaleão, nascido na Espanha, mas que já viveu em Denver e hoje mora onde não existe amor: SP.
O Jorge trabalha como nômade digital e presta serviços de SEO, criação de sites e estratégias de performance.
Dentro dos seu prazeres o que ele gosta mais é corrigir as pessoas que dizem seu nome.
Ele diz – É Jorge e o J tem um som de R de (ROTA = J)”.
A sua marca é o maior ativo de uma empresa, mas não é certa a ideia de que ela se comunica apenas por sua logo de forma visível.
Uma marca é muito mais do que um logo. É a vida das empresas e carregam suas estórias, mudanças e principalmente sua evolução no tempo e na história.
Para que essa marca realmente fique gravada na história, é necessário uma unidade na sua comunicação. E a estratégia que quer deixar um legado tem toda comunicação repleta de significado, história e valores que uma marca quis passar.
Neste sentido é correto afirmar que o consumidor optará na prateleira do supermercado por aquela marca da qual foi mais vezes impactado. Onde houve uma comunicação entre marca e consumidor. Ou entre brand persona e buyer persona.
Essa relação parece tanto ao consumidor quanto ao público; uma relação de ganha/ganha. E todos os consumidores querem ganhar ao comprar.
Nesse post você aprenderá das estratégias por trás das brand personas. A criação de mascotes e sua importância.
Primeiramente para criar uma Brand Persona, seja mascote ou não, é essencial para a estratégia de comunicação da marca. Todo o histórico tem que ser levado em consideração. Fontes, logos antigas, postagens antigas etc. Todo esse histórico ajuda a compor o que chamamos de “constelação semântica”.
Ela é quem será o ponto chave para apresentar os valores da empresa que convergem com os do seu público, que são representados por essa Persona da Marca.
Para seguirmos, é necessário entendermos a diferença entre Buyer Persona e Brand Persona.
Como fica claro no nome, pois buyer em inglês significa comprador, é uma personagem criada para ajudá-lo a compreender melhor quem é e o que precisa, este comprador da sua marca.
A partir desse entendimento, tentaremos responder todas as suas dúvidas. Algumas que ele nem sabe que tem. Por meio dos canais de aquisição, sejam eles físicos, outbound e inbound.
Para inbound o melhor jeito de chegar nesse cara é indexar conteúdo que respondem suas dúvidas para tentar ranquear no sites de busca (entenda-se Google).
Pelo motivo acima, podemos cravar que trabalhar focado em Buyer Personas é sem dúvida um trabalho focado em estudo de comportamento de busca na internet e mapeamento de conteúdo.
Uma Brand Persona pode trazer uma confusão com a Buyer Persona. Isso porque ambas são personagens idealizados. E nos casos da brand essa personificação pode vir por meio de mascotes, personificação de ideias não corpóreas, comunicação personalizada direta e etc.
O principal objetivo de uma estratégia com brand persona é gerar espaços de micro momentos visando engajamento e aproximar os valores dos clientes aos valores da marca.
Guia com palavras mais usadas, gírias, valores e missão com função de criar Branded Content e a simpatia entre os usuários da marca.
Exemplo o Nubank, que chama seu próprio cartão de Roxinho. Ou então o iFood.
O iFood quando manda um cupom descontraído como se estivesse conversando com você. Muitas vezes em primeira pessoa para te dar a impressão de conversar com alguém (na verdade um fato curioso é que todos os funcionários do iFood podem sugerir um textinho para ir com o cupom).
Isso faz com que o iFood sempre filtre o que é “moda” dentro da sua cultura organizacional e externalize essa visão via cupom para seu público.
Também é possível notar que para cada tipo de pessoa, o iFood pode mandar uma mensagem diferente. Vemos então o algoritmo entrar em cena o que é justamente o próximo tipo de Brand Persona: a Brand Persona personalizada.
O maior exemplo desse tipo de personificação de marca com comunicação não corpórea direta é o Netflix.
Toda vez que o Netflix te sugere algo, ele usa somente o algoritmo para comunicar diretamente com você. Nesse caso o algoritmo formula milhares de combinações possíveis. Isso gera o maior nível de intimidade que uma marca pode ter.
Deixamos o mascote para o final justamente por ele ser foco deste texto. Logo merece o próximo parágrafo inteiro pra ele.
A Brand Persona geralmente é deixada de lado durante a construção de uma marca. Mas ainda assim muitas marcas pensam em mascotes. E muitos mascotes deixam de ser Brand Personas definidas da maneira correta.
Muitas empresas escolhem um animal ou um ser vivo para tomar como mascotes, mas poucos são os que carregam a cultura da marca. Estes são muito comum hoje com as assistentes virtuais de IA. Exemplo a Bia do Bradesco.
Os Brand mascotes seguem estilo de linguagem da marca e quase sempre falam em primeira pessoa. Para construí-lo os itens abaixo devem ser observados.
…a Magalu. Ao seguirem a estratégia de criarem uma Brand Persona Mascote a rede de lojas Magazine Luiza está colhendo frutos.
A Lu inicialmente foi inspirada na fundadora da rede, a empresária Luiza Trajano.
Por esse motivo ela tem um tom doce e educado ao responder todas as dúvidas de quem passa pela loja virtual.
Além de ser a principal voz do atendimento do e-commerce, a Lu tem um portal de dicas: o Portal da Lu onde se relaciona com o público através de dicas para cada segmento da loja.
A Lu é ainda quem interage na página do Facebook institucional da marca, criando por lá promoções e engajamento.
A percepção do público vai além do que a marca tem a oferecer de produto ou serviço, por isso as marcas devem procurar formas de relacionar com o seu público.
Conseguiram ver exemplificações de Brand personas e Mascote?
Consegue entender a diferença, ou as possíveis semelhanças entre ambos conceitos.
Bom então deixe seu comentário curta e compartilhe. Estamos ansiosos para ouvir sua opinião.